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Especies Portugal







Espécies de Quercusem Portugal


  carvalho-alvarinho (Q. robur)
  c.-negral (Q. pyrenaica)
  c.-cerquinho (Q. faginea)
  sobreiro (Q. suber)
  azinheira (Q. ilex)

Especies Florestais em Portugal


Distribuição das espécies Florestais em Portugal

Quanto à distribuição geográfica, os carvalhos estão presentes em quase todo o território nacional:

O carvalho-alvarinho (Quercus robur) no Noroeste, ao longo da faixa litoral Minho-Leiria, onde a temperatura é amena e a humidade elevada;

O carvalho-negral (Quercus pyrenaica), juntamente com o castanheiro (Castanea sativa) na Beira Interior e Trás-os-Montes.

O carvalho-português (Quercus faginea) é dominante no litoral centro, sendo frequentemente a mesma distribuição duma espécie arbustiva que é considerada distinta (Quercus lusitanica), o carrasco (Quercus coccifera) aparece mais frequentemente nas serranias calcárias

O sobreiro (Quercus suber) é uma espécie dominante no litoral sul

A azinheira (Quercus ilex) é mais frequente no interior do país.

O carvalho-de-monchique (Quercus canariensis) só existe na serra de Monchique[carece de fontes].

No Algarve predomina a alfarrobeira. 
Quanto ao pinheiro-manso, está bastante presente na península de Setúbal. 
Espécies ripícolas como salgueiros, choupos, amieiros, ulmeiros, plátanos, freixos e o pinheiro-bravo são encontradas a norte do Tejo, e mais invulgarmente a sul (em pequenos núcleos) ou em subzonas do interior do país. 

O eucalipto encontra-se em zonas próximas do pinheiro-bravo. Algumas espécies florestais estão mesmo em perigo de extinção: o teixo (Taxus baccata), o azereiro (Prunus lusitanica) e o azevinho (Ilex aquifolium)

Floresta de Sintra





Floresta de Sintra!!!










A floresta portuguesa é um ecossistema muito antigo, inicialmente com árvores de folha caduca no Norte do país e árvores de folha perene a Sul. Actualmente, a área florestal portuguesa ascende aos 3.3 milhões de hectares.

Portugal possui uma das maiores áreas florestadas da Europa (35.8 %).

Cerca de 85% da floresta de Portugal é propriedade privada, e apenas 3% pertence ao Estado Português, os restantes 12% são baldios, e pertença de comunidades locais.

Funções dos Sapadores florestais


Sapadores Florestais
A APAS Floresta dispõe de 3 equipas constituídas por 5 elementos e prestam serviços nas seguintes áreas:
Intervenções de Manutenção em Espaços Florestais
  • Seleção de varas 
  • Desramações 
  • Desbastes 
  • Plantações Florestais 
  • Adubações 
  • Sacha e amontoa 
  • Limpeza de mato 
  • Vigilância, Apoio ao combate e Rescaldo aos Incêndios Florestais 
  • Acções de Sensibilização

Acções de prevenção de fogos


Período Crítico de incêndios Florestais (2014)

Em 2014, entre 1 de Julho a 30 de Setembro decorre o período crítico de incêndios florestais, estabelecido pela Portaria n.º 110/2014. D.R. n.º 98, Série I de 2014-05-22. 

Durante este período vigoram medidas e acções especiais de prevenção contra incêndios florestais.
Tenha em atenção que durante o Período Crítico nos espaços florestais e agrícolas não é permitido:

fumar, fazer lume ou fogueiras
fazer queimas ou queimadas;
lançar foguetes e balões de mecha acesa;
fumigar ou desinfestar apiários salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas;
a circulação de tractores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.
Quando fizer piqueniques leve comida já confeccionada e faça refeições que não necessitem de ser aquecidas.
Deposite sempre o lixo em contentores e adopte normas de conduta preventivas.

Miguel Macedo - Combate a incêndios


Miguel Macedo Sucesso no combate a incêndios depende de ocorrências.

O ministro da Administração Interna defendeu hoje que, apesar do reforço no dispositivo instalado para a época de incêndios florestais, não podem repetir-se situações como a de 400 novos fogos diários.

"Não podemos ter situações como tivemos o ano passado, com 400 ignições por dia", disse Miguel Macedo, à margem da inauguração da nova esquadra da PSP de Santa Maria da Feira.


Segundo o ministro, aquelas situações obrigam "a uma dispersão do dispositivo e à não-concentração de equipamentos naquilo que é mais necessário, o que introduz uma dificuldade muito grande nos trabalhos".

O governante sublinhou que os operacionais destacados para a época de fogos florestais tiveram este ano "muito mais formação e muito mais treino" e que se verificou, também, "uma enorme preocupação com as questões da segurança".

"É exemplo disso a distribuição absolutamente maciça que fizemos daquele pequeno manual que recorda todos os procedimentos de segurança para bombeiros, para não termos as desgraças e tragédias que no ano passado se verificaram", afirmou o ministro.

Miguel Macedo alertou, no entanto, que, "o dispositivo tem um limite, como têm todos os dispositivos".

O agravamento das condições climatéricas, a condição mediterrânica do país e a situação em que se encontra parte do território florestal devido ao abandono de terras, são outros aspetos que poderão influenciar a época de fogos.

"Esperamos que as coisas corram muito melhor do que no ano passado, mas esses são fatores que não ajudam e que penalizam este combate", concluiu o ministro.

Suspeitos de incêndio


INCÊNDIOS -Dez detidos e 169 suspeitos identificados em 15 dias
por Lusa, publicado por Ana Maia

Dez pessoas detidas em "flagrante delito", 169 suspeitos identificados e mais de 135 mil terrenos fiscalizados é o balanço dos primeiros dias da operação "Floresta Segura", anunciou hoje a GNR.

A Guarda Nacional Republicana adianta, em comunicado, que, entre 15 e 31 de maio, foram realizadas 8.428 patrulhas e destacados 32.528 militares do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro e do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente.

Neste período, foram registados 1.537 incêndios, tendo sido investigadas as causas de 1.391, refere a GNR, informando que 10 pessoas foram detidas em "flagrante delito" e que foram identificados 169 suspeitos.

No âmbito da operação "Floresta Segura", os militares realizam ações de patrulhamento e vigilância das zonas florestais em todo o país e ações de primeira intervenção no combate a incêndios florestais.

Nos primeiros 15 dias da operação foram fiscalizados 135.469 terrenos e passados 28 autos de contraordenação, no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios (DFCI).

Em declarações à agência Lusa, o major Marco Cruz, relações públicas da GNR, explicou que numa primeira fase os militares da GNR alertam os proprietários para a necessidade de limparem os terrenos para evitar incêndios.

Incêndio em Amarante e Vila Verde


EM MATO E FLORESTA - Incêndios lavram em Amarante e Vila Verde
por Lusa

Um incêndio em mato, no concelho de Amarante, e outro em floresta, em Vila Verde, lavram desde a madrugada de hoje, comunicou a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Em Aboadela, concelho de Amarante, o incêndio em mato iniciou-se às 04:35 da madrugada de hoje, segundo a ANPC.

Um total de 57 elementos (48 bombeiros e oito sapadores florestais), apoiados por 16 veículos, encontra-se no combate ao incêndio, com duas frentes ativas às 08:50.

Também ativo com duas frentes, às 09:20, o incêndio em floresta em Atães continuava a ser combatido por 31 bombeiros, com nove viaturas.

Nas duas ocorrências, os meios aéreos não foram ainda acionados.

No sábado, a ANPC registou 52 incêndios em mato e floresta, com 787 bombeiros destacados para o combate, apoiados por 215 veículos e com 16 missões de meios aéreos.

Incendios em Portugal


Bombeiros combatem incêndio em Ferreira do Zêzere
fonte: lusa

Autoridade Nacional de Proteção Civil accionou os meios aéreo. Há uma frente ativa. Desde as 00.00 de hoje que já deflagraram 35 incêndios no País.
Mais de 60 bombeiros estão a combater um incêndio em mato no concelho de Ferreira do Zêzere, distrito de Santarém, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
Na sua página da Internet, a ANPC adianta que o incêndio tem uma frente ativa e os 67 operacionais estão a ser apoiados no combate às chamas por 16 veículos e um helicóptero bombardeiro pesado.
O fogo em mato começou às 14.14 na localidade de Castanheira, concelho de Ferreira do Zêzere.

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